.Signon, acesso orquestrado com rastreabilidade.
O operador entra no .Signon uma vez. O RPA faz o login em todos os sistemas necessários com credenciais guardadas em cofre e rotacionadas por política. A senha real ele nunca vê — e cada sessão fica registrada.
ana.ribeiro · perfil Retenção Sessão ativa · 02:14:09
Senhas de sistemas legados nas mãos de centenas de operadores
Toda central usa sistemas do cliente — ERPs, CRMs, core banking — com senhas compartilhadas em planilha, coladas no monitor ou passadas no chat. Cada troca de senha vira um dia de operação parada; cada desligamento, um risco.
Segredo nunca exposto
O operador faz login sem jamais ver a senha real. A credencial fica no cofre, cifrada, e é injetada pelo RPA no momento do acesso.
Rotação automática
Senhas rotacionadas por política, por playbook de cada sistema, sem intervenção manual e sem quebrar o acesso da operação.
SSO operado por RPA
Um login no .Signon abre todos os sistemas necessários ao perfil do operador — inclusive os que não têm API.
Auditoria completa
Cada acesso registrado com responsável, horário e sistema de destino. Abertura, reabertura e encerramento de sessão com trilha.
O operador entra nos sistemas. A senha, ele nunca vê.
As credenciais ficam no cofre e são preenchidas pelo RPA na hora do login. Rotação automática por playbook, sessão governada e trilha de auditoria de cada acesso — sem post-it, sem senha compartilhada, sem chamado para o TI.
- Cofre de credenciais com rotação automática
- Login mediado por RPA nos sistemas legados
- Auditoria de quem acessou o quê, e quando
Como a credencial nasce, é protegida, rotacionada e usada
As etapas abaixo mostram o ciclo completo — sem que a senha real seja exposta ao operador em nenhum momento.
Quem executa, quem autentica, quem automatiza e onde o acesso acontece
Três garantias do fluxo
Segredo protegido
A senha é criptografada e nunca exibida ao operador. O acesso é mediado pelo .Signon e auditável.
RPA orquestrado
Playbooks padronizados por sistema, com tratamento de erro e retentativas controladas.
Sessão governada
Abertura, reabertura e encerramento seguem políticas; sessões inativas expiram.
O que costumam perguntar
Funciona com sistemas que não têm API?
Sim. É justamente para eles que o .Signon existe: o login é executado por RPA na interface do sistema, com um playbook por aplicação. Sistemas com API também podem ser integrados.
O que acontece quando um operador é desligado?
O acesso dele ao .Signon é revogado e a senha dos sistemas-alvo pode ser rotacionada automaticamente. Como ele nunca conheceu a senha real, não há credencial para levar embora.
E se o RPA falhar no login?
Cada playbook tem tratamento de erro e retentativas controladas. Falhas ficam registradas na trilha e geram alerta para a gestão de acessos.
Onde ficam as credenciais?
No cofre do .Signon, cifradas, dentro do ambiente do cliente. Nenhuma senha trafega em texto claro nem é exibida em tela.
Veja o .Signon aplicado ao seu ambiente
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